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Instrumentistas de sopro do Brasil, influenciados por jazz e pela velha guarda da música popular brasileira se reúnem no palco para uma apresentação que revela a história viva da música brasileira em toda a sua diversidade de instrumentos e segmentos. Um Sopro de Brasil terá a participação dos seguintes músicos:


ADOLFO ALMEIDA JR (Rio Grande do Sul)

Adolfo Almeida Jr.

Fagotista e compositor atua como solista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), é membro do Trio de Madeiras, de Porto Alegre, e dos grupos Arthur de Faria & Seu Conjunto e Ex-Machina. Mantém, também, um trabalho de livre improvisação usando o fagote e flautas de bambu com acompanhamento de percussão. Graduado em Composição Musical na UFRGS, possui experiência na criação de trilhas sonoras para teatro. Em 2002, foi indicado ao prêmio Açorianos como melhor instrumentista erudito. Em 2006 lançou o CD solo “Paradoxos para Todos”.

JOATAN NASCIMENTO (Alagoas / Bahia)

Joatan Nascimento

A formação do trompetista alagoano Joatan Nascimento tem origem nas bandas de música e em grupos de música popular, mas ele atua também como instrumentista erudito, sendo membro da Orquestra Sinfônica da Bahia desde 1989. Graduado em trompete pela Universidade Federal da Bahia, ministra workshops de improvisação em eventos nacionais e internacionais. Ganhou três vezes o Troféu Caymmi e foi indicado, em 2003, para o Prêmio TIM de Música na categoria revelação.


LEA FREIRE (São Paulo)

Lea Freire

Flautista e compositora, desenvolve um trabalho influenciado pela sua formação musical erudita, mas que tem como principais elementos ritmos e melodias brasileiras. Parceira, entre outros, da cantora Joyce e do saxofonista Teco Cardoso, Lea Freire tem gravado três CDs: Ninhal e Quinteto e Cartas Brasileiras. Criou e dirige a gravadora Maritaca.


MANÉ SILVEIRA (São Paulo)

Mané Silveira

OO saxofonista, flautista, compositor e arranjador Mané Silveira já trabalhou com grandes nomes da música brasileira como Arrigo Barnabé, Johnny Alf, Nelson Ayres, Roberto Sion e Naná Vasconcelos, além de participar de vários festivais internacionais acompanhando o compositor japonês Seigen Ono, a Orquestra Popular de Câmara e o Trio Bonsai. É atualmente professor do Centro de Estudos Musicais Tom Jobim e foi um dos fundadores da gravadora Núcleo Contemporâneo. Desenvolve trabalho Duo com Swami Jr.


MAURÍCIO EINHORN (Rio de Janeiro)

Maurício Einhorn

Maurício Einhorn foi o gaitista que deu o verdadeiro significado da harmônica de boca para a música popular brasileira. O som de sua gaita é incomparável e seu sopro, único e inconfundível. Com mais de 60 anos dedicados ao instrumento, Einhorn é um grande melodista, conhecido e respeitado em todo o mundo pela sua rara capacidade de criação, improvisação e interpretação. Participou ativamente do movimento Bossa Nova e suas músicas foram gravadas no Brasil e em outros 30 países por artistas como Tom Jobim, Herbie Mann e Cannomball Adderley, entre outros.


PAULO MOURA (São Paulo / Rio de Janeiro)

Paulo Moura

Se a Unesco resolvesse tombar os sopros de algum brasileiro, os de Paulo Moura Gonçalves estariam entre os mais cotados. Nascido em São José do Rio Preto (SP), mas cidadão carioca desde 1945, o clarinetista, saxofonista, arranjador e compositor já tocou e influenciou nomes fundamentais da música instrumental brasileira pós anos 50. Verdadeiro patrimônio histórico da nossa música, o sopro de Paulo Moura tem um som brasileiro-universal, que vai do erudito ao choro, passando pelo jazz.


TECO CARDOSO (São Paulo)

Teco Cardoso

Um dos fundadores da Orquestra Popular de Câmara, desenvolve uma linguagem própria e brasileira para os instrumentos que toca (toda a família dos saxofones, flautas transversais e de bambu, indígenas e pifes). Participou do Movimento de Música Independente Paulista do final dos anos 70 antes de ingressar no grupo Pau Brasil com o qual gravou cinco CDs. Na década de 90 tocou com Edu Lobo, Baden Powell, João Donato, Moacir Santos, Nelson Ayres e Toots Thielemans, entre outros. Seu disco Meu Brasil ganhou o prêmio Sharp revelação Instrumental/1998.


VINÍCIUS DORIN (São Paulo)

Vinícius Dorin

Saxofonista, flautista e pianista, Vinícius iniciou sua carreira musical tocando na Orquestra Sambrasil de Itu (SP), enquanto cursava o Conservatório de Tatuí (SP). Nesse período fez parte dos grupos instrumentais Comboio e Banda Savana e participou do projeto “Arranjadores”, junto com os maestros Cipó, Duda e Moacir Santos, entre outros. Mestre na arte da improvisação, é integrante da Banda Mantiqueira, e do grupo de Hermeto Pascoal.

VITTOR SANTOS (Rio de Janeiro)

Vittor Santos

O trombonista Vittor Santos iniciou carreira aos 14 anos, tocando em um quinteto de Petrópolis (RJ). Em 1985 montou a Orquestra de Vittor Santos, com a qual gravou os discos Aquarelas Brasileiras e Um Toque Tropical. Nos anos 90 lançou Trombone (94) e Sem Compromisso (97), além de participar do Free Jazz. Gravou com grandes nomes da MPB como Chico Buarque, Tom Jobim, Caetano Veloso, Leny Andrade, Gal Costa, Elza Soares e Tim Maia, entre outros. Atua no projeto Ouro Negro, que homenageia o maestro Moacir Santos e já compôs 12 obras sinfônicas, a última delas, Divagações nº 12, lançada na Sala Cecília Meireles, pela Orquestra Sinfônica da Petrobrás - Pró-Música.

MAURO RODRIGUES (Minas Gerais)

Mauro Rodrigues

Graduado em flauta pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e mestre em musicologia pelo Conservatório Brasileiro de Música (RJ), Mauro Rodrigues é compositor e tem atuado como arranjador e instrumentista em shows e gravações de artistas como Milton Nascimento, Beto Guedes, Juarez Moreira, Hermeto Paschoal, Nelson Aires, Adélia Prado, Paulinho Pedra Azul, Toninho Horta, e Tavinho Moura. Atualmente é professor efetivo da
Escola de Música da UFMG.

TONINHO CARRASQUEIRA (São Paulo)

Toninho Carrasqueira

Flautista, navega livremente e com a mesma propriedade pelos universos erudito e popular. Seu premiado CD dedicado a Pixinguinha e Pattápio Silva é considerado pela crítica brasileira como um dos melhores CDs dos últimos anos. Laureado com o Primeiro Prêmio de Flauta do “Conservatorie de Versailles”, com a “Licence de Concert”, láurea máxima da “École Normale de Musique de Paris” e com o Prêmio Especial do Concurso Internacional G.B. Viotti em Vercelli, Itália. É membro do premiado Quinteto Villa-Lobos, solista de algumas das principais orquestras brasileiras e européias, apresenta-se também ao lado de artistas de diferentes tendências estéticas, como Egberto Gismonti, Marco Pereira, Maria José Carrasqueira e Antonio Nobrega, entre outros.
É professor da USP.

Projeto Memória Brasileira – Um Sopro de Brasil

CURADORA: MYRIAM TAUBKIN
Produtora, diretora artística, curadora na área de música brasileira. Responsável pelo Projeto Memória Brasileira, realizou a partir de 1987 as séries de espetáculos Memórias do Piano Brasileiro, Violões, Arranjadores, Violeiros do Brasil, Percussões do Brasil, O Brasil da Sanfona e Um Sopro de Brasil. Editou livros e DVDs das séries O Brasil da Sanfona, Violões do Brasil e Um Sopro de Brasil. Dirigiu em 2006 o espetáculo Villa - Lobos, Pixinguinha, Luiz Gonzaga e Tom Jobim, no Teatro Alfa, com a participação de Paulinho da Viola, Ney Matogrosso, Dominguinhos, Fabio Zanon, entre 25 artistas.
Em 2007 celebra 20 anos do Projeto Memória Brasileira. Atualmente trabalha no livro e DVD “Violeiros do Brasil”.

DIRETOR CÊNICO: MÁRCIO AURÉLIO
É diretor, cenógrafo e iluminador. Encenou os grandes autores de teatro como Sófocles, Shakespeare, Goethe, Heinermuller, Nelson Rodrigues e Alcides Nogueira. Recebeu os prêmios Moliere, APCA, Shell. Seus últimos trabalhos são “Agreste”, de Newton Moreno; “Desassossego”, com Marilena Ansaldi sobre texto de Fernando Pessoa e “Peças”, de Gertrude Stein. Márcio Aurélio é professor doutor em Artes Cênicas pela USP e livre docente pela Unicamp.

DIRETOR MUSICAL: BENJAMIM TAUBKIN
A música brasileira vem sendo o campo de atividade deste instrumentista, arranjador e compositor e produtor. Como músico vem atuando em diversas formações - que vão do solo à Orquestra Sinfônica em apresentações no Brasil e exterior. Entre os projetos recentes que participou - como músico e arranjador - constam Jobim Sinfônico, Samwad - Rua do Encontro, Milágrimas, Orquestra Jazz Sinfônica, Paulo Moura, Mônica Salmaso. Entre os projetos atuais estão a Orquestra Popular de Câmara, o conjunto de choro Moderna Tradição, o trabalho com o grupo de musica tradicional Abaçaí, além do Coletivo América Contemporânea, que reúne músicos de 7 países da América do Sul.
Entre os projetos especiais recentes estão Sons e Imagens da Terra - um mapeamento dos cantos de trabalho ligados à agricultura em todo o país e Gênesis - criação da trilha sonora para vídeos do novo trabalho de Sebastião Salgado. Dirige o selo Núcleo Contemporâneo - voltado principalmente à música instrumental brasileira. Está presente como instrumentista e produtor em mais de 130 discos. Coordenou projetos em instituições como Itaú Cultural e Secretaria de Estado da Cultura. Desenvolveu diferentes programas para o SESC, CPFL, CCBB. Participou de diversas comissões de cultura como - Premio Sergio Mota, Petrobras, Multicultural Estadão, Prêmio Visa, etc. Curador de música do Mercado Cultural da Bahia. Membro do Fórum Europeu de Músicas do Mundo. Vem participando de seminários e encontros ligados a música em todo o mundo.

DIRETOR DE PRODUÇÃO: MORRIS PICCIOTTO

Violonista, compositor e produtor. Como músico é especializado em trilhas sonoras para teatro. Realiza trabalhos com vários diretores no eixo São Paulo - Minas Gerais - Rio de Janeiro. É sócio da Produtora Barracão Cultural que tem em seu currículo a produção de espetáculos teatrais, tais como “Convite para Jantar” de Eloisa Elena e Julia Ianina, “as Roupas do Rei” de Cris Lozano e “Caixa Mágica” de G. Petean, entre outros. Como produtor musical atuou ao lado de Myriam Taubkin em “Um Sopro de Brasil”, “Brasil da Sanfona” e “Percussões do Brasil”. Com Núcleo Contemporâneo, produziu a “Orquestra Popular de Câmara” e a “Mostra de música independente”. Foi músico e produtor do CD da “Urbanda”.

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