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Capitão Wagner Moura

Depois de arrasar em Tropa de Elite, o ator está pronto para encarar Hamlet no teatro, seu território preferido. Mesmo com tanta exposição ninguém se cansa. Reservado e caseiro na vida pessoal, esconde-se atrás dos personagens e diz que, se pudesse, escolheria ser Pedro Cardoso.

Pode-se dizer: Wagner Moura é a nossa Gisele Bündchen dos atores. Indiscutivelmente onipresente. Para qualquer tela que se olhe, lá está ele, sempre magnânimo. Em Paraíso Tropical, viveu o vilão mais charmoso da TV brasileira, o Olavo. Nos últimos meses, esteve também no cinema, com dois filmes badalados: Ó Pai, Ó, de Monique Gardenberg, e Saneamento Básico, de Jorge Furtado. E agora acaba de entrar em cartaz com Tropa de Elite. Sua atuação no filme de José Padilha, sem dúvida, é candidata a clássico. Ele arrasa na pele do capitão Nascimento do Batalhão de Operações Especiais do Rio de Janeiro, o Bope. Em menos de sete anos de carreira, Wagner pôs a cara em nada menos do que duas novelas, uma minissérie, dois seriados de televisão, 14 filmes, entre eles o sensual Cidade Baixa, com Lázaro Ramos e Alice Braga, direção de Sérgio Machado e produção de Walter Salles. Por que a gente não se cansa do baiano? Porque, apesar de fã incondicional de Pedro Cardoso, o Woody Allen nacional, sempre ele mesmo, o ator esconde o Wagner atrás dos personagens. De fato, atua. Quando a cortina se abre, no entanto, o sujeito é um cidadão da Bahia, que curte Radiohead, adora beber cerveja no mercado do peixe de Salvador, ainda acredita no Lula e acha possível amar a mesma mulher a vida inteira.


Você nasceu no sertão da Bahia?

Não. Nasci em Salvador. Mas fui criado em Rodelas, no sertão. Só voltei para a capital já adolescente, para estudar. Fiquei até os 12 anos em escolas públicas. Ir para Salvador foi um salto muito grande para mim. Eu era um carinha do interior, chegando numa escola de garotos da capital, que tinham grana. Eu não me identificava muito com eles.




Como o teatro entrou na sua vida?
Uma amiga de escola tinha um grupo de teatro para adolescentes chamado Casa Via Magia. Um dia ela me convidou para conhecer. Fiquei louco. Pensei: “É isso!”. Nessa turma, encontrei garotos da minha idade parecidos comigo. Minha auto-estima começou a melhorar. Passei a me sentir parte, a pertencer a um grupo. Eu tinha 15 anos. Desde então, nunca mais parei de fazer teatro..

Trechos da entrevista com o ator Wagner Moura para a revista V (ano 5, número 26, outubro/novembro de 2007), publicada pela Parágrafo Editora Ltda. para a Volkswagen do Brasil.

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