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Vírginia Rodrigues          |    Versão em Inglês

Quando o nome de Virgínia Rodrigues surgiu no meio musical brasileiro, em 1997, pelas mãos de Caetano Veloso, que se apaixonou por seu canto numa apresentação do Bando de Teatro Olodum, em Salvador, crítica e publico logo perceberam tratar-se de um acontecimento marcante na muúsica popular do país. O que não se poderia prever, a princípio, era a incrível receptividade que seu álbum de estreia, “Sol negro”(Natasha Records) iria encontrar em todo o mundo, sobretudo nos Estados Unidos. Virgínia, que parecia talhada tanto para sofisticadas salas de concertos, quanto para rodas de terreiro, remetia a comparações díspares como Jessie Norman ou Clementina de Jesus. Mas logo, americanos e brasileiros descobriram que a música de Virgínia viajava a léguas destas comparações. Seu canto parecia situar-se entre o áspero e o sublime, o espiritual e o profano. A constatação logo se tornava conclusão inevitável: a música de Virgínia Rodrigues é única.

New York Times, Le Monde, Rolling Stone são algumas das publicações internacionais que chamaram a atenção para a grandeza da artista. Em um ano e meio, realizou tounês pelos Estados Unidos, Europa, foi tema de documentários, reportagens e artigos internacionais. O mundo aprendera a reverenciar a arte de Virgínia. No exterior, “Sol Negro” saiu pela Ryko/Palm, propriedade de Chris Blackwell, o homem que tornou conhecido em todo o planeta Bob Marley, Peter Tosh, U2. No último Midem em Miami, o telão exibia as imagens de todos os artistas que ganharam notoriedade nas mãos de Blackwell. A homenagem começava com Marley e terminava em Virgínia.

A expectativa do segundo disco é enorme. O lançamento previsto para 1o de fevereiro de 2000 pela Natasha Records/RykoPalm é uma homenagem ao Carnaval da Bahia e aos blocos afro de sua Salvador. Dirigido e produzido por mãos mais que competentes, as músicas contam-nos as histórias dos deuses da Bahia, do povo baiano, da raça negra, em ritmo de samba e embalado pela voz poderosa de quem pretende mostrar ao público que aprendeu a conquistar o mundo pela grandeza de sua arte.

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Vírginia Rodrigues

When, Virgínia Rodrigues appeared on the Brazilian musical scene, in 1997, thanks to Caetano Veloso who fell in love with her singing during a presentation by the Bando de Teatro Olodum, in Salvador, the critics and public realized that popular music in Brazil would never be the same. What they could not foresee was the incredible response her first album “Sol Negro” (Natasha Records) would receive around the world, especially in the United States. Her singing style lies somewhere between raspy and sublime, spiritual and secular. The obvious conclusion: Virgínia Rodrigues’ music is unique.

The New York Times, Le Monde, and Rolling Stone are some of the international publications that have acknowledged the great talent of Virgínia Rodrigues. In the last year and a half, Virgínia has toured throughout the United States and Europe and has been the subject of documentaries, reports and international articles. The world is coming to revere her art.

Outside Brazil, “Sol Negro” was released on Ryko/Palm Records by Chris Blackwell, the man who made Bob Marley, Peter Tosh and U2 known all over the planet. During the last Midem in Miami, images were shown on screen of all the artists who became famous in the hands of Blackwell. The tribute began with Marley and ended with Virgínia.

The expectations are high for the success of Virgínia Rodrigues’ second album. The release by Natasha Records/RykoPalm is scheduled for February 1, 2000 and is a tribute to the Carnaval of Bahia and to the afro blocos of her hometown, Salvador. The songs tell the stories of the gods of Bahia, the Bahian people and the black race to the rhythm of samba enveloped by Virgínia’s powerful voice, showing the audience just how she captured the attention of the world through her great talent and art. .

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