| Por
Caroline Monteiro
A
presença de palco do cantor, compositor
e percussionista Escurinho é de fato uma
“malocage”. Nome do seu segundo disco,
a palavra é uma gíria paraibana
usada, entre outras coisas, para qualificar uma
situação espontaneamente doida.
Pode ser entendida também como uma derivação
do termo maloqueiro - outra forma peculiar dos
nordestinos daquelas bandas chamarem as pessoas
“menos normais”. “Não
precisa de cerimônia para me ouvir cantar...”,
dizia uma das letras deste artista vigoroso que
pode ser conferida ontem à noite na Praça
Pedro Arcanjo, Pelourinho, dentro da programação
do VI Mercado Cultural.
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