O Cortejo passava pelas ruas, em direção ao estacionamento do Teatro Castro Alves, convidando e trazendo consigo as pessoas para a inauguração da FALA – Feira de Artes e Oportunidades. Na frente da feira, ao som da canção É d'Oxum , do compositor Gerônimo, o diretor geral do VI Mercado Cultural, Ruy Cezar, cortou a fita e inaugurou formalmente a feira.
A FALA é uma oportunidade para o estabelecimento de diálogos e contatos entre os artistas, produtores e diretores de centros culturais. Nesse ano, 80 stands de grupos culturais venderão seus produtos, farão lançamentos de livros e mostras artísticas. Em um dos stands - Cavaleiros de Jorge / Gravadora Eldorado - por exemplo, haverá a apresentação de artistas como Edith do Prato, às 18h de hoje e da vencedora do Prêmio Tim de melhor cd de música regional, Mariene de Castro, no fim da tarde de amanhã.
A professora aposentada Valnízia Pedreira, gostou muito da organização da feira. "As lojas estão com produtos bonitos, mostrando realmente a cultura da Bahia e do Brasil", disse. Na FALA as pessoas podem encontrar camisas e bolsas no stand da Fundação Pierre Verger; tecidos com desenhos de Cosme e Damião manufaturados pro meninos do Projeto Axé, no stand da Séc. de Emprego e Renda; roupas africanas, na Casa da Nigéria e o cd do grupo afro Ilê Aiyê, no stand Cavaleiros de Jorge.
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