A festa começou com a apresentação do Samba Raízes de Angola, de São Francisco do Conde, no pátio do Sesc-Senac. A roda, composta por um naipe de tamborins, cavaquinho, violão e pandeiros, contagiou o público, que não resistiu ao convite e desceu para sambar junto ao palco.
Em seguida, foi a vez dos Sambadores de Mutá entrarem na roda. No entanto, no meio da apresentação, a chuva fez com que o local do show fosse transferido para dentro do teatro Sesc-Senac. Apenas uma pausa para ganhar mais um fôlego, diga-se.

Quem acredita que com a mudança do espaço, mudou-se também o espírito e a disposição de músicos e público, engana-se. Os sambas-de-roda continuaram a contagiar a platéia do início ao fim. E essa foi a tônica da noite, muito samba, dança no pé e um público alegre e extasiado que explodia em palmas.
Na noite de ontem, ainda se apresentaram Dona Nicinha e Raízes do Samba, de Santo Amaro e o Samba das Raparigas, de Saubara. Hoje, dia 9, sobem ao palco, a partir das 23h, o cantador Bule Bule, o Bumba-Meu-Boi de Parafuso, Dança de São Gonçalo de Pitanga dos Palmares, o Samba de Capela e os Sambadores de Tocos.
|