A
melodia suave das canções fazia com que
a platéia ficasse com gostinho de quero mais
no final de cada número. “ Estamos muito
emocionados de participar desse Mercado Cultural aqui
na Bahia”, disse o líder da banda, Santiago
Vázquez.
O percussionista Luciano Dyzenchauz deu um show à
parte. Com uma batida diferenciada e autêntica,
que tinha até uma planta como instrumento, o
músico arrancou aplausos da platéia. O
flautista, Marcelo Moguilevsky também se destaca
nos solos e na presença de palco. “Essa
banda é formada por excelentes músicos
que fazem música de verdade”, opinou um
dos conterrâneos do quinteto que estava na platéia.
Quando a última música foi anunciada,
o público lamentou em coro a proximidade do final
do espetáculo.
Logo
após nossos hermanos do Puente Celeste, foi a
vez da ItiberÊ Orquestra Família fazer
a festa. Com arranjos animados, regidos pela performance
frenética do maestro ItiberÊ Zwarg, os
19 músicos do grupo fizeram um senhor espetáculo
no TCA.
Evidenciando a música regional brasileira e,
porém, fazendo um passeio por diversos estilos
musicais, as canções mostradas pela orquestra,
fazia com que a platéia dividisse o desejo de
dançar com o de apreciar a sonoridade. Os instrumentos
de sopro, em geral, dão vida à orquestra,
mas, na verdade, o que mais chama atenção
é a maestria de Zwarg de descontrair, dançar,
brincar e fazer arte.
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