Dividido em duas partes, cada uma com três atos, o espetáculo é uma criação multimídia. A concepção cênica e a iluminação são Christopher Odo, as imagens e projeções, do diretor de fotografia Louis Greenfield e a música, do renomado compositor Philip Glass.
Fleming trouxe ao Teatro Castro Alves imagens universais que representam uma verdadeira jornada da alma. Foi demandada ao público uma imersão quase meditativa. Os mais atentos puderam, inclusive, identificar nuanças simbólicas dos seus contorcionismos, como a representação do símbolo do infinito. “É igual a olhar para as nuvens, cada hora a gente enxerga uma coisa diferente”, resumiu Luzia.
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