Na opinião de Bel Borba, o foyer é um lugar especial para realização de exposições, uma vez que proporciona a convergência das artes e das pessoas. Apesar de seus mosaicos e esculturas já terem se popularizado em pontos estratégicos da cidade, ele considera “bacana pegar carona no público dos espetáculos”.
O artista, que trabalha com diversas técnicas e temas, considera o seu trabalho popular porque contém uma dose saudável de subjetividade. “Eu gosto de estar ao alcance das pessoas e da compreensão delas”, ressalta ele. Por fim, Bel destaca a importância do Mercado Cultural em ceder espaço aos novos talentos, em promover uma “animação cultural” e em aproximar artistas e produtores.
“Eu tenho algo muito forte com Salvador. É para a cidade que eu direciono minha produção, que não deixa de ter uma grande exposição, uma vez que por aqui passam pessoas de todo o mundo!”
|