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A Unidade de Conservação
Já aprovada no âmbito do Ministério do Meio Ambiente, a unidade de conservação ocupa uma área de 32.140 hectares do município de Boa Nova, abrangendo uma zona de transição entre os biomas/ecossistemas Mata Atlântica, Mata de Cipó e Caatinga, constituindo-se numa região com uma grande biodiversidade e fonte de mananciais, abrigando diversos rios, centenas de nascentes e inúmeras cachoeiras.
A região é também o lar do gravatazeiro (Rhopornis ardesiaca), uma ave que vem sofrendo ameaça de extinção devido à destruição sistemática do seu habitat: a mata de cipó, vegetação de transição em que se contactam os biômas de Mata Atlântica e Caatinga. Esta espécie é uma das mais raras do Brasil.
Com grande apoio popular, a Unidade de Conservação projeta os sonhos de desenvolvimento sustentável com projetos de pesquisa e ecoturismo associados à cultura da região.
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