Temas
em Discussão:
A
Cultura da Federação A
partir dos textos trabalhados sobre cultura, entendemos
que cada grupo social ou indivíduo possuirá
sua própria cultura e que esse indivíduo
poderá demonstrar traços de sua
cultura de forma bem diferenciada a depender do
meio em que ele viva. Também, este poderá
ser visto como o diferente, por mostrar sua cultura
de forma incomum, possuir gestos e costumes não
conhecidos por pessoas que estão de fora
desse contexto e que possam vir a não se
identificar com esta cultura por não pertencerem
ao mesmo grupo social; ou seja, os indivíduos
terão simbologias, gestos e linguagens
próprias do lugar onde vivem.
Desta forma, os textos nos permitem fazer uma
contextualização com o bairro da
Federação. Os moradores do bairro
da Federação têm identidades
que são próprias e, ao se comunicarem
nos seus lares, em suas escolas ou com seus amigos,
têm também linguagens, gestos e simbologias
comuns. Talvez algumas pessoas de fora do bairro
nem os entendam, por exemplo, ao ouvir falar do
grupo Kissuquila, uma banda nascida nas ruas do
Engenho Velho que conquistou o respeito dos moradores
pelo seu belo trabalho e pela diversão
oferecida através da música, mas
que pode não ser conhecida por pessoas
de fora do bairro pela falta de projeção.
Assim como outras expressões culturais
do bairro, o estilo dessa banda pode ser diferente
e justamente essa diferença é que
irá demonstrar os traços marcantes
e bem definidos das pessoas que acompanham este
grupo.
Assim, ao notar cada jovem ou adulto da Federação,
podemos perceber peculiaridades ao demonstrar
sua cultura. Seja na sua forma de falar, vestir,
dançar ou andar, essas pessoas guardam
em seus modos traços próprios, ou
seja, possuem vivências registradas e as
demonstram de forma bem diversificada. Seja através
do gosto pela capoeira, seja pela preferência
ao candomblé. Quaisquer lugares do bairro
visitados podem encontrar pessoas com diferentes
preferências e, mesmo assim, todos participam
de uma mesma cultura.
Voltar
|